Basicamente na Europa as carnes de gado eram mais utilizadas por camponeses, uma vez que esses não tinham tempo para caçar muito, e a agricultura e pecuária já eram práticas comuns deles. Os nobres por sua vez comiam carne de caça, faisão, codorna, entre outras aves selvagens de pouca carne e preparo variado. O trigo era um cereal abundante, assim o pão acabou por ser um alimento muito comum, entre os vegetais mais cultivados tínhamos a batata (que até hoje é servida de diversas maneiras na Inglaterra), repolho, ervilha, alface, rabanetes e hortaliças em geral eram muito consumidas, principalmente pelos menos favorecidos financeiramente, já que esses as cultivavam e a carne era cara na época.
Simplicidade sempre foi a palavra chave da cozinha medieval Ocidental medieval, a base alimentar era de cereais, pães, mingau entre outras atribuições a eles.
Quanto aos temperos, os mais requisitados eram o vinho, azeite, açúcar e mel, especiarias sempre muito caras e acabavam mais na mesa de nobres do que de camponeses, que mais uma vez tinham que contar com a própria produção ou não se deliciar.
A pesca era uma atividade bem comum, os peixes não eram tão caros, dependendo do tipo, mas ainda assim, sendo carne era de preço mais “salgado”.
Amêndoas eram utilizadas com frequência para espessar as sopas ou como guarnição, uma vez que são pouco perecíveis e tem grande valor nutricional (não que valor nutricional fosse levado em conta na época, mas elas enchiam mais a barriga).
Em resumo, comia-se de tudo um pouco, e em alguns casos muito pouco, uma época marcada por problemas econômicos fortes não poderia ser diferente.
Falarei na próxima sobre a culinária Oriental.
Texto por Dylan
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